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(Source: r4dicalnotion, via tandrade)

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(Source: mandypandinha, via vembrincarcomigo)

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“Às vezes as pessoas fazem jogo duro porque precisam saber se os sentimentos da outra pessoa são reais.” 
One Tree Hill


“Às vezes as pessoas fazem jogo duro porque precisam saber se os sentimentos da outra pessoa são reais.” 

One Tree Hill

(Source: honestidades, via vembrincarcomigo)

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“O cara bem vestido e de corpo escultural logicamente faz todas nós olharem e cochicharem com a amiga do lado. Mas simultaneamente enquanto ele passa por mim, passa na minha vida. Não perco muito o meu tempo sabe? Era um gato sim, mas atravesso a rua e nem olho pra trás. Imagina aguentar a conversinha desses caras? Não que eu queira generalizar, mas já esbarrei muito com esse tipo por aí e vou te contar… É tanta coisa sem fundamento que eles falam que me dá náuseas. Com certeza o que passa em suas mentes é que “sou bonito, não preciso dizer muita coisa que eu pego”. Eu sei que pega, eles pegam várias. E eu já deixei ser pega por esses bonecos ocos também. Mas hoje sou diferente, gosto de uma boa conversa regada de olhadas discretas. De criar intimidade aos poucos, saber que o cara vai ligar no dia seguinte porque tivemos diversas coisas em comum. Gosto de gente que me acrescente, por que seria diferente com um carinha que conheço na balada? Não vale mais pena beijar qualquer um só para aumentar a lista de caras bonitos. Bonito para mim, hoje, tem outro significado. Se me faz rir, é bonito. Se me respeita, é bonito. Se carrega a minha bolsa, é bonito. Se paga o ingresso do cinema, mas deixa comigo a pipoca, é bonito. Se fala sobre a sua família, é bonito. Quando não tem vergonha de me mostrar para os amigos ou de assumir que gosta de mim, é bonito demais. Muito simples, muito melhor. E muito mais fácil que ficar na academia 25 horas por dia, vai”

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” Se o outro for bom para você. Se te der vontade de viver. Se o cheiro do suor do outro também for bom. Se todos os cheiros do corpo do outro forem bons. O pé, no fim do dia. A boca, de manhã cedo. Bons, normais, comuns. Coisa de gente. Cheiros íntimos, secretos. Ninguém mais saberia deles se não enfiasse o nariz lá dentro, a língua lá dentro, bem dentro, no fundo das carnes, no meio dos cheiros. E se tudo isso que você acha nojento for exatamente o que chamam de amor? Quando você chega no mais íntimo, No tão íntimo, mas tão íntimo que de repente a palavra nojo não tem mais sentido.[…] O que é que você queria? Rendas brancas imaculadas? Será que amor não começa quando nojo, higiene ou qualquer outra dessas palavrinhas, desculpe, você vai rir, qualquer uma dessas palavrinhas burguesas e cristãs não tiver mais nenhum sentido? Se tudo isso, se tocar no outro, se não só tolerar e aceitar a merda do outro, mas não dar importância a ela ou até gostar, porque de repente você até pode gostar, sem que isso seja necessariamente uma perversão, se tudo isso for o que chamam de amor. Amor no sentido de intimidade, de conhecimento muito, muito fundo. Da pobreza e também da nobreza do corpo do outro. Do teu próprio corpo que é igual, talvez tragicamente igual. O amor só acontece quando uma pessoa aceita que também é bicho. Se amor for a coragem de ser bicho. Se amor for a coragem da própria merda. E depois, um instante mais tarde, isso nem sequer será coragem nenhuma, porque deixou de ter importância. O que vale é ter conhecido o corpo de outra pessoa tão intimamente como você só conhece o seu próprio corpo. Porque então você se ama também.” 

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Finalmente entendi que o amor é um sentimento que na verdade serve como uma espécie de combustível. Cada vez mais caro. Cada vez mais raro. Mas sempre necessário. Acho que todo mundo precisa de um tempo sozinha pra descobrir certas coisas…

Finalmente entendi que o amor é um sentimento que na verdade serve como uma espécie de combustível. Cada vez mais caro. Cada vez mais raro. Mas sempre necessário. Acho que todo mundo precisa de um tempo sozinha pra descobrir certas coisas…

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21/12/2012

O fim do mundo não é no dia 21 de dezembro de 2012. O fim do mundo são os arrastões e assassinatos em São Paulo. É a onda de violência em Santa Catarina. É o furacão em NY. É o goleiro que manda matar a mãe do filho. É a bala perdida que mata a criança. É a mulher que mata a pauladas o cachorro. São os ataques terroristas que matam inocentes. É o aluno que agride o professor. É o professor que agride o aluno. São os adolescentes que planejam matar o colega. É quem ainda joga lixo na rua. São as brigas entre torcidas. É a menina que é estuprada dentro do ônibus. É o ladrão que tem regalias na prisão. É o político que rouba na maior cara de pau. É quem vê um acidente e não presta socorro. É quem presencia uma injustiça e não faz nada. É quem age com imprudência no trânsito. É quem age de má fé na vida. Por isso, o fim do mundo é todo dia.

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Não se apaixone por mim
Aos moços de plantão, deixo o meu aviso: é perigoso. E nem falo da conotação sensual que esse reclame pode ter. Desse ar de desafio que estala no céu da boca e os atiça ainda mais. Não tem uma permissão subversiva que pede que vocês avancem. É sincero e cauteloso: não tentem me ganhar em qualquer dimensão romântica que não seja a minha.
É que eu tenho medo – e um certo receio – de feri-los em campo de batalha. Eu sou uma dessas guerras que não foram feitas para serem ganhas. Eu fui feita pra durar até que algum fator externo – que não é você – me fizesse sossegar num marasmo bacana.
O meu processo de gostar de alguém não é tão simples assim. E eu me decepciono a cada nova tentativa de quem vem tentar alguma coisa. De quem assume a coragem de bater umas barreiras, nadar depois de uns naufrágios, dizer que está aqui por mim. Isso dói tanto. A angústia de não poder fazer nada quanto a isso me dói mais do que aos bravos cavalheiros que tentam me fazer sentir algo. Mas é que. Eu não consigo. Eles não são o tal cara que vai revirar o meu mundo e me fazer querer alguma coisa que vá além da minha zona de conforto. Mas eu tento.
Eu tento abraçar aos poucos, mas me faltam afagos. As mãos não moldam os cabelos deles, nem se entrelaçam da forma que eu queria. Não tem rubor no meu rosto, nem aquela pontada de ciúme bobo que indica alguma coisa boa. Eles vêm com tudo e eu vou com a metade. Não consigo lidar com inteiros quando os inteiros não partem de mim. Não é que eu não seja conquistável, moço. É que você vai se machucar sempre que eu disser que tentei – e isso é uma verdade. Mas você não me balançou. Não me tirou a respiração por alguns segundos, nem me fez pensar em ligar no meio da madrugada pra ouvir a sua voz. Você não me causou tremores – e nem me fez acreditar que você poderia ser a melhor coisa do mundo. A emoção era morna, moço.
Por isso eu peço aos moços de plantão que não se apaixonem por mim. Não tentem mais nada por mim. Eu sou a decepção em pessoa. Por mim e por vocês. Por não poder dar o que vocês merecem e por sempre ser uma metade que não se soma, nem se altera perto do inteiro que vocês depositam. Porque eu não afundo no mar, moços. Eu não mergulho se eu não for puxada por um instinto que é mais forte que eu. E vocês me deixavam sempre na superfície. Mas a culpa não é sua. Nem minha. E talvez isso seja a parte que mais me incomoda. Vocês vão embora e me culpam. Eu me culpo. Mas a danada da culpa sabe que não pertence a ninguém. E eu sofro porque vocês sofrem junto comigo. Porque foram bons comigo – e eu não consegui devolver a recíproca verdadeira.
Mas não é como se eu não quisesse que um de vocês me descobrisse. Eu até quero. Só tenho medo de que o tal moço desista de vez quando perceber que eu vivo numa armadura invisível. Que não faço por mal. Que eu abraço o meu travesseiro de noite pra inventar companhia. E também sofro dos clichês de chocolate. Que a minha janela vive empoeirada porque eu não abro as cortinas em dias de chuva. Que o meu DVD adora os romances de final feliz como qualquer outra garota da minha idade. Mas eu me importo, moço. E peço desculpas aos outros moços de plantão que foram embora com olhos inchados e peito vazio. Se quiserem evitar a decepção e a dor de sofrer por um amor que não vale a pena, me evitem. E não se apaixonem por mim.

Não se apaixone por mim

Aos moços de plantão, deixo o meu aviso: é perigoso. E nem falo da conotação sensual que esse reclame pode ter. Desse ar de desafio que estala no céu da boca e os atiça ainda mais. Não tem uma permissão subversiva que pede que vocês avancem. É sincero e cauteloso: não tentem me ganhar em qualquer dimensão romântica que não seja a minha.

É que eu tenho medo – e um certo receio – de feri-los em campo de batalha. Eu sou uma dessas guerras que não foram feitas para serem ganhas. Eu fui feita pra durar até que algum fator externo – que não é você – me fizesse sossegar num marasmo bacana.

O meu processo de gostar de alguém não é tão simples assim. E eu me decepciono a cada nova tentativa de quem vem tentar alguma coisa. De quem assume a coragem de bater umas barreiras, nadar depois de uns naufrágios, dizer que está aqui por mim. Isso dói tanto. A angústia de não poder fazer nada quanto a isso me dói mais do que aos bravos cavalheiros que tentam me fazer sentir algo. Mas é que. Eu não consigo. Eles não são o tal cara que vai revirar o meu mundo e me fazer querer alguma coisa que vá além da minha zona de conforto. Mas eu tento.

Eu tento abraçar aos poucos, mas me faltam afagos. As mãos não moldam os cabelos deles, nem se entrelaçam da forma que eu queria. Não tem rubor no meu rosto, nem aquela pontada de ciúme bobo que indica alguma coisa boa. Eles vêm com tudo e eu vou com a metade. Não consigo lidar com inteiros quando os inteiros não partem de mim. Não é que eu não seja conquistável, moço. É que você vai se machucar sempre que eu disser que tentei – e isso é uma verdade. Mas você não me balançou. Não me tirou a respiração por alguns segundos, nem me fez pensar em ligar no meio da madrugada pra ouvir a sua voz. Você não me causou tremores – e nem me fez acreditar que você poderia ser a melhor coisa do mundo. A emoção era morna, moço.

Por isso eu peço aos moços de plantão que não se apaixonem por mim. Não tentem mais nada por mim. Eu sou a decepção em pessoa. Por mim e por vocês. Por não poder dar o que vocês merecem e por sempre ser uma metade que não se soma, nem se altera perto do inteiro que vocês depositam. Porque eu não afundo no mar, moços. Eu não mergulho se eu não for puxada por um instinto que é mais forte que eu. E vocês me deixavam sempre na superfície. Mas a culpa não é sua. Nem minha. E talvez isso seja a parte que mais me incomoda. Vocês vão embora e me culpam. Eu me culpo. Mas a danada da culpa sabe que não pertence a ninguém. E eu sofro porque vocês sofrem junto comigo. Porque foram bons comigo – e eu não consegui devolver a recíproca verdadeira.

Mas não é como se eu não quisesse que um de vocês me descobrisse. Eu até quero. Só tenho medo de que o tal moço desista de vez quando perceber que eu vivo numa armadura invisível. Que não faço por mal. Que eu abraço o meu travesseiro de noite pra inventar companhia. E também sofro dos clichês de chocolate. Que a minha janela vive empoeirada porque eu não abro as cortinas em dias de chuva. Que o meu DVD adora os romances de final feliz como qualquer outra garota da minha idade. Mas eu me importo, moço. E peço desculpas aos outros moços de plantão que foram embora com olhos inchados e peito vazio. Se quiserem evitar a decepção e a dor de sofrer por um amor que não vale a pena, me evitem. E não se apaixonem por mim.

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Para ter lábios atraentes, diga palavras doces. Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas. Para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos. Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar os dedos por eles pelo menos uma vez ao dia. Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinha. Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, vividas, resgatadas e redimidas. Lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, você a encontrará no final de seu braço. Ao ficarmos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos, uma para ajudar a nós mesmos, outra para ajudar o próximo. A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela veste, nem no corpo que ela carrega, ou na forma como ela penteia o cabelo. A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta do seu coração, o lugar onde o amor reside.

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